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	<title>TJ PARANÁ &#8211; Cocevid</title>
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	<description>Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de ViolÇencia Doméstica do Poder Judiciário Brasileiro</description>
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	<title>TJ PARANÁ &#8211; Cocevid</title>
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		<title>RETROSPECTIVA 2022: TJPR lança programa: Patrulha Maria da Penha estadual</title>
		<link>https://cocevid.com.br/retrospectiva-2022-tjpr-lanca-programa-patrulha-maria-da-penha-estadual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Taiane Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 17:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TJ PARANÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[Notícia publicada em 23 de setembro de 2022 Lançamento é viabilizado por meio de parceria entre o TJPR, Governo do Estado e a Secretária de Segurança Pública Na tarde de ontem (22/09), foi realizado no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) o lançamento oficial do programa Patrulha Maria da Penha estadual. Esse programa é resultado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Notícia publicada em 23 de setembro de 2022</p>
<p>Lançamento é viabilizado por meio de parceria entre o TJPR, Governo do Estado e a Secretária de Segurança Pública</p>
<p>Na tarde de ontem (22/09), foi realizado no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) o lançamento oficial do programa Patrulha Maria da Penha estadual. Esse programa é resultado da parceria entre o TJPR, o Governo do Estado, a Secretária de Segurança Pública, com a interveniência da Polícia Militar do Estado do Paraná.</p>
<p>O objetivo é reforçar o compromisso do Judiciário e do Executivo no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher, por meio da ampliação de política pública que contribui na efetividade da fiscalização de medidas protetivas de urgência e proteção da mulher vítima de violência doméstica.</p>
<p>Com base numa gestão voltada à valorização do ser humano, o presidente do TJPR, desembargador José Laurindo de Souza Netto, discursou sobre a importância da união de todos os órgãos no combate à violência doméstica contra a mulher: “a importância dessa coordenadoria, no combate à violência doméstica, se dá por meio de uma gestão colaborativa, que está integrada com todas as instituições, pois temos um objetivo em comum que é buscar a segurança, a pacificação social. Por isso a importância da integração entre a Polícia militar, o poder executivo, legislativo e a sociedade como um todo. Esse é um grande exemplo de ação dessa gestão lastreada na preocupação e valorização do ser humano”.</p>
<p>Para a coordenadora Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, desembargadora Ana Lúcia Lourenço, o termo de cooperação técnica firmada entre as partes é uma rede colaborativa no combate à violência e atenderá às mulheres vítimas de violência doméstica que possuam medidas protetivas de urgência, concedidas em seu favor. Segundo a coordenadora: “a finalidade é oferecer o acompanhamento preventivo, periódico às mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuam medidas protetivas de urgência, concedidas em seu favor. Sem esse apoio, sem esse monitoramento da polícia militar, é difícil nós falarmos em efetividade dessas medidas de proteção que são aplicadas pelo poder judiciário. Temos que passar do discurso para a prática, política pública que não tem efetividade, ela não atende a nossa população”.</p>
<p>A coordenadora do programa também destacou a importância da cooperação: “Cada um dos entes aqui representados, no âmbito de suas respectivas atribuições, desempenham um papel importante e primordial na</p>
<p>efetivação dessas e de outra ações e políticas públicas destinadas a prevenir, punir e erradicar todas as formas de violência”, finaliza.</p>
<p>O chefe do estado-maior da Polícia Militar, coronel Adilson Luiz Lucas Prüsse, também reiterou a importância dessa união entre o TJPR e a Secretária de Segurança Pública: “Com essa parceria, com esse termo de cooperação técnica entre o TJPR e a Secretária de Segurança Pública, ela dá fortalecimento a estrutura da polícia militar para fazer a primeira intervenção junto aos casos de Maria da Penha, isso vai dar um arcabouço, uma segurança jurídica para o enfrentamento do nosso militar estadual, lá na ponta, para dar o primeiro atendimento às mulheres em situação de risco”.</p>
<p>O monitoramento do programa ocorre por meio de uma câmara técnica da polícia militar estadual com cronograma de instruções que visam dar um melhor atendimento ao enfrentamento da violência doméstica.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4451" src="https://cocevid.com.br/wp-content/uploads/2023/04/tjpr.png" alt="" width="626" height="319" /></p>
<p>Disponível em: <a href="https://www.tjpr.jus.br/noticias/-/asset_publisher/9jZB/content/tjpr-lanca-programa-patrulha-maria-da-penha-estadual/18319?inheritRedirect=false&amp;redirect=https%3A%2F%2Fwww.tjpr.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_9jZB%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1%26_101_INSTANCE_9jZB_advancedSearch%3Dfalse%26_101_INSTANCE_9jZB_keywords%3D%26_101_INSTANCE_9jZB_delta%3D10%26p_r_p_564233524_resetCur%3Dfalse%26_101_INSTANCE_9jZB_cur%3D7%26_101_INSTANCE_9jZB_andOperator%3Dtrue">https://www.tjpr.jus.br/noticias/-/asset_publisher/9jZB/content/tjpr-lanca-programa-patrulha-maria-da-penha-estadual/18319?inheritRedirect=false&amp;redirect=https%3A%2F%2Fwww.tjpr.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_9jZB%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D1%26_101_INSTANCE_9jZB_advancedSearch%3Dfalse%26_101_INSTANCE_9jZB_keywords%3D%26_101_INSTANCE_9jZB_delta%3D10%26p_r_p_564233524_resetCur%3Dfalse%26_101_INSTANCE_9jZB_cur%3D7%26_101_INSTANCE_9jZB_andOperator%3Dtrue</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>TJPR SEDIA SOLENIDADE DE POSSE DA NOVA GESTÃO DA COCEVID</title>
		<link>https://cocevid.com.br/tjpr-sedia-solenidade-de-posse-da-nova-gestao-da-cocevid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 14:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COCEVID]]></category>
		<category><![CDATA[TJ PARANÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar será comandado por desembargadora do TJPR Tomou posse nesta quarta-feira (15/02) a nova gestão do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (COCEVID). A cerimônia foi sediada pelo Tribunal de Justiça do Estado do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://www.tjpr.jus.br/documents/18319/76785410/Cocevid+capa.jpeg/98f17374-3bc5-8d88-deae-9b05d0752871?t=1676580005135&amp;imageThumbnail=3" /></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;"><b>Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar será comandado por desembargadora do TJPR</b></span></span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">Tomou posse nesta quarta-feira (15/02) a nova gestão do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (COCEVID). A cerimônia foi sediada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR) e contou com a presença de autoridades estaduais e nacionais.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">A desembargadora Ana Lúcia Lourenço, que está à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID) do TJPR, comandará o Colégio de Coordenadores. Na ocasião, a nova presidente reafirmou o compromisso da Cocevid diante do cenário de violência no país. “Infelizmente a expressividade dos números é o que nos mobiliza cada vez mais para essa árdua tarefa de fomentar e criar mecanismos de prevenção e repreensão, objetivando sempre a mudança desse quadro tão trágico”, afirmou a magistrada. </span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">A desembargadora Paula Cunha e Silva, do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), que conduziu o Colégio no ano de 2022, falou sobre a honra de participar da gestão: “Agradeço a todos e todas pela confiança e apoio, pela dedicação e trabalho conjunto nesse espaço democrático, agradeço em especial a comissão executiva de 2022 e a todos os coordenadores&#8221;, afirmou a desembargadora.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">Na solenidade, o presidente do TJPR, desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen, ressaltou o empenho do Judiciário paranaense no combate à violência contra a mulher: “O TJPR possui um firme compromisso com o combate e a prevenção à violência doméstica e familiar, e também na defesa dos direitos humanos e das liberdades consagradas na nossa Constituição. Esse compromisso se evidencia pela atuação abrangente e incansável dessa Corte e dos seus juízes”, afirmou o desembargador.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">O Cocevid foi criado em 2018 com o objetivo de aperfeiçoar a Política Judiciária Nacional de enfrentamento da violência contra as mulheres pelo Poder Judiciário. “Embora o Judiciário tenha se empenhado, se estruturado para que a gente consiga combater esse mal que atinge a nossa sociedade, ainda precisamos muito discutir esse tema. Infelizmente as nossas mulheres ainda estão sendo vítimas de violência doméstica”, afirmou a ouvidora da Ouvidora Nacional da Mulher e juíza auxiliar da presidência do CNJ, Tânia Regina Silva Reckziegel.</span></span></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;"><b>Números no Brasil</b></span></span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">Atualmente, o Brasil possui mais de 4 mil casos de feminicídio em andamento e mais de 700 mil ações penais em violência doméstica. No Paraná, os números também são expressivos, cerca de 40 mil medidas protetivas foram autuadas em 2022, e mais de 44 mil novos casos de violência doméstica foram registrados.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;">“<span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">O Brasil sustenta o vergonhoso índice de ser o quinto país no mundo onde mais se mata mulheres. E nós precisamos, de alguma forma, ajudar a alterar essa situação. Nosso papel como operadores do direito é tentar criar condições para reduzir esse hiato entre a lei prevista e a realidade das mulheres que batem à porta do Judiciário”, ressaltou o conselheiro do CNJ, Márcio Luiz Coelho de Freitas, durante a programação.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), Marilena Indira Winter, também reforçou a importância do trabalho colaborativo. “Essa temática é, muitas vezes, desafiadora e pesada, mas é para nós todos um alento saber que o Poder Judiciário esteja tão dedicado, dedicando tamanha atenção ao enfrentamento da violência de gênero”.</span></span></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;"><b>Magistrados empossados</b></span></span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">Além da presidente, também tomaram posse o desembargador Álvaro Kalix Ferro (TJRO), como vice-presidente; a juíza Teresa Germana Lopes de Azevedo (TJCE), como 1ª secretária; a juíza Eliana Augusta Acioly Machado de Oliveira (TJAL), como suplente da 1ª secretária; a juíza Tatiane Colombo (TJMT), como 2ª secretária; a juíza Marianna de Queiroz Gomes (TJGO), como suplente da 2ª Secretária; o Juiz Wendel Lopes Barbosa de Souza (TJSP), como tesoureiro; e a desembargadora Suely Lopes Magalhães (TJRJ), como suplente de tesoureiro.</span></span></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;"><b>Presenças</b></span></span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">Durante a solenidade, a mesa de honra foi composta pelo presidente do TJPR, desembargador Luiz Fernando Tomasi Keppen; pela presidente do Cocevid no ano de 2022, e membro do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, desembargadora Paula Cunha e Silva; pela conselheira do CNJ, desembargadora Salise Monteiro Sanchotene; pelo conselheiro do CNJ, Márcio Luiz Coelho de Freitas; pela ouvidora da Ouvidoria Nacional da Mulher e juíza auxiliar da presidência do CNJ, Tânia Regina Silva Reckziege; pelo presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), Jederson Suzin; pela promotora de Justiça Ana Caroline Pinto Franceschi; e pela presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), Marilena Indira Winter.</span></span></span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;"><b>Cevid</b></span></span></span></strong></p>
<p align="justify"><span style="color: #123141;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: large;">A Cevid do TJPR foi criada em 2011 por meio da Resolução nº 20/2011 do Órgão Especial. A coordenadoria é responsável pela elaboração e execução de políticas públicas no âmbito do Poder Judiciário relativas às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Tem como atribuição também elaborar sugestões para o aprimoramento do Judiciário; oferecer suporte aos magistrados, servidores e equipes multidisciplinares que atuam na temática; e recepcionar dados, sugestões e reclamações referentes a serviços de atendimento à mulher em situação de violência.</span></span></span></p>
<p align="justify">Notícia compartilhada do site do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Notificação de casos de violência contra a mulher em 24 horas</title>
		<link>https://cocevid.com.br/notificacao-de-casos-de-violencia-contra-a-mulher-em-24-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Teresa Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 17:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COCEVID]]></category>
		<category><![CDATA[TJ PARANÁ]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 31/08/2022, foi publicada lei que obriga os profissionais de saúde a registrar no prontuário médico da paciente e comunicar à polícia, em 24 horas, indícios de violência contra a mulher. A Lei 13.931 se originou do Projeto de Lei (PL) 2.538/2019 (na Câmara) ou PLC 61/2017 (no Senado), que havia sido vetado (Veto [&#8230;]]]></description>
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<div class="journal-content-article">
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4269" src="https://cocevid.com.br/wp-content/uploads/2023/02/obrigacao-notificacao.png" alt="" width="1024" height="1024" />No dia 31/08/2022, foi publicada lei que obriga os profissionais de saúde a registrar no prontuário médico da paciente e comunicar à polícia, em 24 horas, indícios de violência contra a mulher.</p>
<p style="text-align: left;">A Lei 13.931 se originou do Projeto de Lei (PL) 2.538/2019 (na Câmara) ou PLC 61/2017 (no Senado), que havia sido vetado (Veto 38/2019) pelo presidente da República,  no fim de novembro, teve o veto derrubado pelo Congresso Nacional. A lei obteve a<em> vacatio legis</em> de 90 dias.</p>
<p style="text-align: left;">A lei estabelece que a comunicação obrigatória à autoridade policial deverá ser feita no prazo de 24 horas para, além de serem tomadas as providências cabíveis, também ser registrada para fins estatísticos.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/12/11/vira-lei-obrigacao-de-notificar-casos-de-violencia-contra-a-mulher-em-24-horas" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e acesse a reportagem na íntegra</a>.</p>
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